Norbert Suchanek &am e Márcia Gomes de Oliveira (Brasil).- Já desde outubro de 2006, indígenas de vários povos do Brasil ocupam o “Antigo Museu do Índio” em frente ao famoso Estádio do Maracanã. Esta única instituição para conservar e apresentar as diversas culturas dos mais de 200 povos indígenas do Brasil foi inaugurada em 1953. Mas desde 1978, quando o Museu do Índio, junto com a FUNAI, foi transferido para o Bairro de Botafogo, este belíssimo prédio do ano de 1910, situado na Rua Mata Machado, em frente ao Portão 13 do Estádio do Maracanã, foi abandonado.
Agora os representantes dos povos Tukano do Estado Amazonas, Apuriña do Acre, Pataxó da Bahia, Krahó e Guajajara do Maranhão, os Xavante do Mato Grosso, Guarani Mbyá do Rio de Janeiro, Espírito Santo e de outros estados pedem a restauração do prédio para que seja instalado o espaço cultural indígena, aqui, no centro da “cidade maravilhosa”, independente da tutela da FUNAI e de outras instituições de “brancos”. O Rio de Janeiro foi escolhido para ter este espaço cultural dos povos indígenas, porque como antiga capital do Brasil, ele é há um século o centro de estudos indígenas e da política indigenista.
Nestes últimos 3 anos de ocupação do “Antigo Museu do Índio”, o prédio vem funcionando como um lugar onde a sociedade carioca, escolas e jardins de infâncias podem encontrar e falar livremente com indígenas de quase todas as partes do Brasil, conhecer suas histórias e eliminar velhos preconceitos. Esse monumento histórico também abriga e dá proteção a índios de todo o Brasil que chegam ao Rio de Janeiro quase sem dinheiro e sem amparo governamental ou institucional. Eles são indígenas que, por um lado, saíram de suas aldeias por um tempo só para vender o seu artesanato na metrópole Rio de Janeiro. Mas, por outro lado, vários índios simplesmente querem conhecer esta cidade tão falada em todos os cantos do Brasil, famosa em todo o mundo, atraindo tantos outros “turistas” e que eles também têm o direito de visitar.
Mas apesar de ter sido tombado em 1997, o “Antigo Museu do Índio” está sofrendo por anos o descuido total da Prefeitura, Estado e Governo Federal. Por isso, grande parte do telhado já está destruída. A chuva estraga cada vez mais a estrutura e cria novos focos de dengue dentro do prédio. Sem reforma urgente, em pouco tempo o prédio estará caindo no chão. O “Antigo Museu do Índio” está gritando junto com o seus ocupantes SOS!
Agora os representantes dos povos Tukano do Estado Amazonas, Apuriña do Acre, Pataxó da Bahia, Krahó e Guajajara do Maranhão, os Xavante do Mato Grosso, Guarani Mbyá do Rio de Janeiro, Espírito Santo e de outros estados pedem a restauração do prédio para que seja instalado o espaço cultural indígena, aqui, no centro da “cidade maravilhosa”, independente da tutela da FUNAI e de outras instituições de “brancos”. O Rio de Janeiro foi escolhido para ter este espaço cultural dos povos indígenas, porque como antiga capital do Brasil, ele é há um século o centro de estudos indígenas e da política indigenista.
Nestes últimos 3 anos de ocupação do “Antigo Museu do Índio”, o prédio vem funcionando como um lugar onde a sociedade carioca, escolas e jardins de infâncias podem encontrar e falar livremente com indígenas de quase todas as partes do Brasil, conhecer suas histórias e eliminar velhos preconceitos. Esse monumento histórico também abriga e dá proteção a índios de todo o Brasil que chegam ao Rio de Janeiro quase sem dinheiro e sem amparo governamental ou institucional. Eles são indígenas que, por um lado, saíram de suas aldeias por um tempo só para vender o seu artesanato na metrópole Rio de Janeiro. Mas, por outro lado, vários índios simplesmente querem conhecer esta cidade tão falada em todos os cantos do Brasil, famosa em todo o mundo, atraindo tantos outros “turistas” e que eles também têm o direito de visitar.
Mas apesar de ter sido tombado em 1997, o “Antigo Museu do Índio” está sofrendo por anos o descuido total da Prefeitura, Estado e Governo Federal. Por isso, grande parte do telhado já está destruída. A chuva estraga cada vez mais a estrutura e cria novos focos de dengue dentro do prédio. Sem reforma urgente, em pouco tempo o prédio estará caindo no chão. O “Antigo Museu do Índio” está gritando junto com o seus ocupantes SOS!



